Por Liana Chiaradia | 13/01/2019 | Autocompaixão
3 dicas para lidar com o Perfeccionismo, por uma perfeccionista!



O perfeccionismo sempre fez parte de mim, mas foi há pouco tempo que o descobri (e admiti) em meu íntimo.

Neste artigo quero compartilhar como lidei (e venho lidando com esta questão) e ajudar você, que também tem sentido isso. Vem comigo!


Como eu me descobri perfeccionista?

Eu não me encarava como perfeccionista. Mas sempre quando tinha que fazer uma tarefa em equipe, tinha algo a melhorar no trabalho dos outros. Passava horas decidindo qual era o melhor enquadramento para postar uma foto. Quando estava no primário, um dia chorei desesperada porque meu caderno estava ficando desorganizado.

Algumas vezes, as pessoas tentaram me falar que eu levava certas coisas muito a sério, mas é óbvio que não aceitei muito bem. Só conseguia enxergar meu próprio umbigo! Talvez encarasse o perfeccionismo como precisão, teimosia, detalhismo ou dedicação (ou mal de designer)!

Quando comecei minha jornada de autoconhecimento e espiritualidade comecei a despertar e ver que tinha algo de errado acontecendo ali. E que não era só no modo como lidava com os outros!

Aos poucos, fui percebendo que deixei de tocar guitarra porque não me achava boa suficiente; que parei de desenhar porque achava que a ilustração nunca estava finalizada, ou porque nunca seria tão boa quanto a de outros ilustradores; que sempre achava um defeito em mim quando olhava no espelho; que me sentia culpada por ter feito alguma coisa que julgava errada na frente dos outros; que não me valorizava e não sabia cobrar pelo meu trabalho porque não achava o que fazia bom suficiente, logo não me sentia merecedora; que quando tinha vitórias, não sabia comemorar elas porque era “só mais uma coisa simples, não um grande feito”; que não tinha coragem de mostrar meu portfólio de designer para ninguém, nem pedir opinião a algum amigo, porque não achava bom o que estava produzindo; que não sabia aceitar elogios, porque no fundo não acreditava muito neles; que gastava horas fazendo alguma tarefa que no fim nem era tão importante, mas tinha colocado como meta finalizar ou precisava riscar na minha listinha de afazeres; que me sentia super culpada quando cometia um erro (que às vezes era fazer um “risco errado” em um desenho).

Sim, eu via defeito nos outros, mas não me achava boa suficiente em comparação aos outros. O subconsciente é uma coisa maluca!

E o perfeccionismo foi desencadeando inseguranças, controle exacerbado, manias de limpeza, angústias, frustração, a sensação de não-pertencimento, procrastinação, culpas, e medos.

Aliás, eu também escrevi um artigo sobre medo, caso queira ler aqui: Como eu aprendi a superar o medo! (tô me sentindo uma pessoa complicada haha, mas eu juro que sou legal!).

Por causa do perfeccionismo já tive alergias de tão estressada que fiquei sob pressão e preocupação de entregar um trabalho perfeito na faculdade. E aquela sensação sempre tensa nos ombros? As pressões que a sociedade e mesmo a gente coloca sobre nós de sempre ter que ser o melhor em algo…

E é difícil ter que admitir isso! Mas é necessário, porque estava prestes a explodir e não sabia o motivo. Às vezes a gente acha que o mundo está contra nós, mas descobre o problema bem lá no fundinho.

E claro, quando fui descobrindo tudo isso, não queria admitir porque não queria parecer imperfeita. Tinha vergonha de admitir quanta coisa estava deixando de aproveitar e fazer por tentar ser perfeita, e sei lá mais o que!

E o que é o perfeccionismo?

É querer fazer algo de maneira perfeita. Em um certo nível, pode ser uma qualidade. Mas quando se torna uma obsessão, pode até mesmo ser considerado como transtorno de personalidade obsessivo-compulsiva (TOC).

Em níveis elevados, o perfeccionismo passa a fazer tamanha pressão no indivíduo que causa constante insatisfação e culpa, podendo até mesmo desencadear sintomas mais graves como depressão.

Segundo Alice Provost (psicóloga da Universidade da Califórnia), nós perfeccionistas raramente nos percebemos assim. A sociedade nos ensina a ter orgulho dessa posição e valoriza nossas atitudes exageradas de disciplina e disposição para o trabalho duro. E com a velocidade do mundo de hoje, temos nos sentido cada vez mais pressionados a fazer coisas perfeitas em menos tempo!

Monica Ramirez Basco no livro Never Good Enough: Freeing Yourself from the Chains of Perfectionism, fala que a maioria das pessoas que se torna perfeccionista aprendeu desde cedo que só seria reconhecida e avaliada por suas realizações – nunca pelo que elas são. Desse modo, seu comportamento é pautado a partir da avaliação das outras pessoas, o que faz com elas queiram ser sempre perfeitas para se proteger das críticas.

Monica catalogou os perfeccionistas em duas categorias opostas: os introspectivos e os extrospectivos. Os primeiros são aqueles que têm auto-estima baixíssima, não confiam em nada do que fazem. Nunca estão satisfeitos com seus trabalhos; acham que qualquer errinho será uma catástrofe e os outros não irão gostar mais deles. Os outros têm a auto-estima elevada, mas não confiam em absolutamente ninguém no trabalho – não delegam nada e exigem que todos ao seu redor alcancem a perfeição que eles buscam em si mesmos. São, em português claro, chatos.

Matéria de Mariana Sgarioni para a Superinteressante, 2018.

Como lidar com o perfeccionismo?

Escrevi esse texto para compartilhar este sentimento com quem também sente o mesmo. Vamos tentar relaxar um pouco? Parar de julgar os outros e a nós mesmos?

A sociedade já nos cobra tantas coisas! Vamos ser legais com nós mesmos? Cito aqui algumas coisas que me ajudaram a lidar com o perfeccionismo!


1. Se autoconheça!

O autoconhecimento foi primordial para me ajudar nesta questão. Primeiro, porque foi através dele que descobri o que estava guardado no meu interior, me deixando aflita. E segundo, porque consegui identificar em que áreas da vida o perfeccionismo estava me afetando (no meu caso, está mais relacionado ao trabalho e depois vai desencadeando em outras áreas).

Muito dessa “mania” de querer ser perfeito pode vir por pressões da sociedade e da família (até mesmo pesquisas apontam que o excesso de competitividade está deixando as gerações cada vez mais obsessivas com a perfeição). Mas não quis me prender muito tentando entender a origem ou querendo culpar alguém. Quis focar em como me ajudar!


2. Relaxe um pouco!

Caro leitor perfeccionista, eu sei que não é fácil, mas tente relaxar um pouco! Dói falar isso, mas você já parou para pensar que o “perfeito” é apenas uma ilusão?

Somos humanos e nunca seremos 100% perfeitos (até as máquinas dão erro);

O que é perfeito para você não é o ideal de perfeito para outra pessoa;

Geralmente quando dizemos que algo é perfeito, apenas estamos comparando isso a algo que julgamos imperfeito (e às vezes fazemos isso com nós mesmos);

A perfeição exacerbada não nos leva a lugar nenhum! Pensa assim: vai mudar algo no mundo ou na minha vida se a gaveta de meias não estiver 100% organizada? Ou se um quadro estiver torto na parede?

Não! Então relaxa um pouco, por você. Está tudo bem! Não tem problema nenhum descansar um pouco e não se doar 100% do tempo.

Vai, aproveita esta leitura longa para dar uma respirada bem profunda, solta os ombros! Coloca esse peso para fora!

Algo que me ajudou muito foi ter um cachorro, porque me ensinou que a casa nunca estará 100% organizada ou limpa. No início ficava incomodada, agora já fico achando que a casa está sem vida quando ele não está por perto.

Um conhecido disse que construiu uma porta torta em sua casa para aprender a lidar com seu excesso de perfeccionismo. Descubra o que você pode fazer para levar uma vida mais leve!


3. Use o perfeccionismo a seu favor!

Sim, como uma perfeccionista quis descobrir qual era o lado bom dele! Impossível estar ao lado do perfeccionismo tanto tempo e nunca ter desfrutado, não é mesmo? E descobri que tem lado bom sim!

Usado de maneira saudável, pode nos levar a grandes resultados! Vou citar aqui 2 exemplos legais (nada de documentários ou filmes chatos para nos sentirmos culpados, tipo o Aviador).

- Chef’s Table: Cada episódio desta série da Netflix, retrata a história de um(a) chef de cozinha. O episódio 3 da 3ª temporada mostra a premiada chef Nancy Silverton e como sua obsessão por massas a levou a construir um império de padarias e se reinventar.

- Uma Beleza Fantástica: O filme tem como protagonista Bella Brown, uma mulher solitária com TOC (Transtorno obsessivo-compulsivo) pela perfeição e organização. Com o desenrolar do filme, Bella vai se transformando e libertando de seus medos através da pureza da amizade, do amor (e do seu jardim!). Disponível na Netflix.

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Você pode mudar o mundo!

“Seja a mudança que você deseja ver no mundo.” ~ Mahatma GandhiComo uma adolescente, eu estava apaixonada pela justiça, o amor e a compaixão. Ler as palavras de Martin Luther King, Mahatma Gandhi, Madre Teresa e outros ícones da justiça, me instigaram o desejo de fazer uma mudança no mundo. As pessoas mais velhas iriam tentar moderar o meu entusiasmo com uma dose de realismo, dizendo coisas como: “Isso é apenas o mundo” e “Você não pode mudar as pessoas.”Jurei nunca ser assim. Eu não queria fechar os olhos para os outros.Eu literalmente sai para o mundo e para a faculdade com o livro de King. Eu queria viver a minha vida defendendo a justiça e lutando pelos direitos humanos.O mundo rapidamente me deu um soco no estômago.Alimentada pela minha paixão de mudar o mundo, eu escrevi uma carta para o editor sobre um tema racial que estava afetando o meu campus da faculdade. Em resposta, um grupo de meninas me ligou tarde da noite para me julgar. Foi uma lição dolorosa que me feriu profundamente, me deixou confusa e me envergonhou. Meu entusiasmo para mudar o mundo tinha se perdido.Eu aprendi muitas lições importantes a partir dessa experiência. Aprendi a ouvir mais e entender o meu lugar dentro dos grupos. Eu aprendi a me perdoar pelos meus erros e continuar a crescer. Eu aprendi a abrandar e ser mais deliberada em minhas ações.Após a cura do meu ferimento inicial, eu estendi a mão a um mentor. Este homem tinha trabalhado na área da justiça social há décadas. Eu queria ser como ele.Ele tolerou o meu idealismo persistente de grande mudança e meu egocentrismo ocasional, me encorajando a crescer e aprender. Ele me incentivou e me aceitou exatamente como eu era. Com esperança de fazer grandes mudanças, comecei a trabalhar com aqueles que lutam com problemas de saúde mental, dependência, pobreza e falta de moradia. Eu ouvi histórias de pessoas que não tinham voz.Histórias de disparidade, discriminação e injustiça, alimentavam a minha frustração com a aceitação da sociedade sobre os horrores do racismo, sexismo e classismo. Décadas se passaram e eu cresci na pessoa que eu sempre quis ser. Ganhei experiência e compreensão. Mas, a falta de progresso na mudança da sociedade sempre me incomodou. Minha alma sentiu-se manchada por raiva e exaustão. Os jovens que subiam na banheira à noite para ficar a salvo de balas perdidas. Os quinze anos de idade, com o senso de humor, que foi morto por seus amigos. 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Por que praticar a gratidão?

“Se você não tem nada para ser grato, verifique seu pulso.” Autor Desconhecido.Eu não conseguia sentir minhas pernas. Não havia qualquer dor, apenas essa estranha sensação.Meu corpo estava congelado, minhas pernas estavam espalhadas de uma forma muito peculiar. Eu estava metade debaixo do meu carro.Bênção 1:À distância, eu podia ouvir os meus dois melhores amigos gritando por ajuda; como passageiros, eles estavam dormindo quando eu também dormi, no volante, acabei atingindo uma árvore e rolando o carro. Felizmente, eles escaparam ilesos.Bênção 2:Por enquanto tiravam o meu veículo, eu estava na ambulância. A dor queimava tanto, eu nunca havia sentido algo parecido. Lembro-me de estar preocupada com os meus pais, e como seria a reação deles ao saber que bati o carro. Cheguei no hospital e fui rapidamente posicionada em uma mesa de aço gelada.Eles estavam cortando a minha roupa, eu estava consciente o suficiente para me sentir constrangida quando chegaram até a minha calcinha. Sem tempo para medicação para a dor, o médico puxou minha perna esquerda. Ambos os meus fêmures estavam quebrados. Quando chegou a hora da perna direita, o médico assistente me disse que estava tudo bem se eu gritasse, logo, gritei alto. Eu ainda posso ver a minha mãe de pé na porta do hospital. Eu nunca vou esquecer o olhar de medo e horror em seu rosto bonito. Não querendo que ela sofresse, olhei para cima e disse: “Mamãe, eu estou bem.”Já faz anos desde o meu acidente, mas os meus olhos ainda enchem de lágrima quando eu compartilho essa parte da minha história. Não por causa do que aconteceu durante o próximo ano extremamente difícil, mas pela dor que causou aos meus pais. Parece que quando eu acordei fisicamente sob o carro, eu também tinha acordado em espírito.Bênção 3:Antes do acidente, que foi o que definiu a minha vida, eu era uma despreocupada, adolescente artística. Eu fui com o fluxo, era basicamente feliz e, como todos os adolescentes, acreditava que era invencível. Meus ossos quebrados, um coágulo de sangue em meus pulmões e uma cadeira de rodas poderia me ensinar que nada estava mais longe da verdade.Os detalhes dos próximos doze meses não importam, embora eles certamente importavam naquela época. Tudo o que eu tinha planejado, eu perdi durante esse tempo. Bênçãos 4, 5, 6...infinito.Ao longo do ano, eu me formei em uma cadeira de rodas, em muletas com uma cinta de perna que enrolada no meu quadril, e, eventualmente, a uma bengala. Pouco antes do meu aniversário de vinte anos, me deram liberdade, finalmente, fui capaz de andar sozinha de novo.Com cada “etapa” de volta à vida, tornei-me mais e mais grato. Não era apenas a alegria de poder ir ao banheiro, mas viver em um lugar que tinha um banheiro. Eu estava grata por ter uma família que ficou ao meu lado, ao longo do mesmo ano, através de múltiplas cirurgias e situações de risco de vida. Uma mãe que dirigia horas durante meses para ir me visitar. Um pai e um irmão que apertou as suas mãos em meu peito por uma noite inteira, pois eu estava com a dor por causa do coágulo de sangue que estava no meu pulmão direito.Eu estava grato pela minha irmã mais velha, que trouxe seu bebê a cada semana para que eu pudesse vê-lo. Eu era grata a experimentar a vida em uma cadeira de rodas. Grata por duas pernas que ainda estavam do mesmo comprimento. Grata por estar viva.Assim que consegui andar, voltei para a faculdade, terminei a minha licenciatura em arte, e sai para o mundo. Aos vinte e sete anos, me apaixonei loucamente por um comediante louco, que se tornou meu marido e pai dos meus filhos.Durante os nossos treze anos juntos, viajamos os por vários cantos da terra, vivendo uma vida de amor e risos. Até que nós terminamos. A perda do meu casamento é outra história, mas vou dizer isto: Foi tão dramática e dolorosa como quebrar as minhas duas pernas e não andar por um ano. Não havia dinheiro, perdi minha casa e fui obrigada a declarar falência. Podemos passar por dificuldades envolvendo relacionamentos e muitos destes problemas podem estar sendo desenvolvidos pelo medo de dizer não. Leia neste artigo como dizer não para os outros e sim para você! A palavra “acidente” é definido como “um infeliz incidente que acontece de forma inesperada e sem querer, normalmente resultando em danos ou ferimentos”, ou, “um evento que acontece por acaso ou seja, sem causa aparente ou deliberada.”Perder tudo foi completamente inesperado, extremamente lamentável e definitivamente prejudicial.Enquanto os sinais que conduzem o fim de um relacionamento apareciam, eu passava anos empurrando para onde não poderia me machucar. Mas eu era muito mais sábia: Eu sabia que, para sobreviver, eu tinha que lembrar das bênçãos.Perder meu casamento revelou quem, de fato, eram os meus amigos. Não ter dinheiro me empurrou para, de modo único a trabalhar o meu lado mãe. Foi assim que ganhei meu crachá de coragem, que até hoje, orgulhosamente uso. Meus meninos aprenderam muito: perder nossa casa fez todos nós apreciamos o nosso pequeno apartamento alugado. A gente compartilhava um espaço bonito e íntimo. Milhares de projetos de arte, datas do jogo. Foi assim que eu e meus filhos nos tornamos ainda mais próximos, de uma forma que eu nunca havia imaginado.Para navegar e processar a minha dor, eu me tornei uma “buscadora”, o que me levou a professores incríveis, uma prática de meditação ao longo da vida. Tudo isso me tornou uma autora, muita arte e um mestrado em arte terapêutica.  Com o tempo, eu entendi o verdadeiro significado do perdão e amor-próprio, o que abriu totalmente o meu coração e minha vida. Eu entendi que a compaixão era a resposta para quase tudo, isso me fez embarcar em um caminho de ajudar os outros a superar as dificuldades. Isto tornou-se a parte mais gratificante da minha vida.Eu aprendi que amar alguém com todo o meu coração não significa sacrificar meus próprios sonhos. No final, perder tudo me levou para um encontro comigo mesma.Ambos os acidentes me ensinou isso: É fácil encontrar coisas para ser grato quando a vida é maravilhosa. A chave é encontrar coisas para ser grato sobre durante e depois do desafio.Aqui está como eu fiz: eu aprendi a olhar para praticamente todas as situações e fazer a seguinte pergunta: “O que é bom sobre isso?”Isso não foi uma tarefa fácil e eu não estou dizendo que quando a vida fica grave ou acontece uma tragédia, que deve se sentir imediatamente grato. Eu certamente não fiz isso. A gratidão é um caminho e prática e encontrar bênçãos pode levar anos, mesmo uma vida.Eu acredito que a genuína gratidão é simplesmente sobre encontrar coisas boas em menos tempo.Sabendo tudo o que sei agora, eu sou grata o suficiente para dizer que estou feliz por  tudo que aconteceu. Meus acidentes me fizeram ser quem eu sou e eu não sei como eu teria chegado aqui sem a dificuldade. Então, nesse sentido, posso dizer honestamente que eu não mudaria nada.Estou muito grata pela minha confiança no conhecimento. O momento presente é tudo o que temos, então nós podemos também encontrar a paz nele.Tenho fé absoluta que, olhando para todas as áreas da vida emocional, social, física, espiritual, familiar e profissional e perguntando: “O que é bom sobre isso?” Eu sempre vou achar algo para ser grato.Tradução Livre. Postado em Tiny Buddha por Elizabeth Bryan-Jacobs.
Por Tiny Buddha | 01/11/2019 | Estresse
O que fazer quando você está estressado no trabalho?

“A vida é 10% o que acontece com você e  90% como você reage a isso.” ~ Charles Swindoll                                                                                                          Lembro-me de trabalhar em lugar onde eu não podia fazer nada direito.Este foi um daqueles trabalhos onde foi extremamente rápido, recebi 100 toneladas de trabalho que deveriam ser concluídos em um prazo irreal. E o pior, o meu tempo no trabalho foi gasto em reuniões, durante todo o dia. Estou falando de quatro a sete horas do dia. Então, imagine quando eu tive tempo para fazer o trabalho. Infelizmente, depois de horas de trabalho, à noite, em casa ou nos fins de semana. Sim, nos momentos em que de ficar com a família, eu estava trabalhando. Eu não conseguir fazer as coisas durante o meu tempo lá e não ter o impacto que eu pensei que eu iria ter em meu trabalho, me trouxe a sensação de falha. Um dia, eu finalmente decidi que era hora de ir embora. Eu sabia que não estava sendo bom para o meu desenvolvimento ficar na organização, pois eu estava me sentindo totalmente fora de equilíbrio. Muitas vezes fazendo trabalho em casa, eu me sentia afogado, eu precisava respirar! Eu não estava prestando a atenção no crescimento da minha filha, e estava me tornando um estressado, tendo colapsos emocionais.O que eu aprendi é que as pessoas estão sempre observando como você responde e reage em situações difíceis. Seu personagem é revelado quando passa pela escuridão.Eu era capaz de chegar aos outros e trazer o melhor neles através de conversas em profundidade durante a supervisão ou em conversas matinais com os colegas. Mesmo que eu estava morrendo por dentro, eu sempre ia trabalhar com atitudes positivas, um sorriso e as pessoas sentiam aquela energia.Eu fornecia orientações para alguns com seus objetivos de carreira, desenvolvimento e profissionalismo no ambiente de trabalho. Eu ajudei alguns a se aclimatar ao trabalho e se sentirem produtivos, enfim, eu contribui na trajetória deles.  Quando eu refleti sobre o que me manteve, me lembrei de quatro coisas que foram fundamentais:1. Mude os seus pensamentos.Nós podemos controlar nossos pensamentos, monitorá-los e quando nos encontramos tendo pensamentos negativos, temos que mudá-los para algo positivo. Devemos ser proativos e plantar os pensamentos que queremos.Por exemplo, houve momentos antes de ir para o escritório que eu dizia para mim mesmo o quanto eu odiava estar lá. Mas, mudar o meu pensamento de “Eu não quero estar aqui” para “O que posso fazer para ajudar alguém hoje?” Permitiu que eu me abrisse para as possibilidades de cada dia.Falando sobre mudar os pensamentos, a prática da lei da Atração ajuda muito, ela trabalha com três passos: peça, acredite e receba. Quer saber mais? Pressione aqui!2. A meditação é fundamental.Passe pelo menos dez minutos de manhã calma e não faça nada antes de iniciar o seu trabalho. Prepare a sua mente para o dia. A mente preparada irá ajudá-lo a sustentar as tensões que a vida vai colocar em você. Você vai sentir a pressão, mas quando você estiver mentalmente preparado, será muito mais fácil lidar.3. Não deixe a sua inspiração de lado. Antes de ir, ouça uma música que motiva você, faz você se sentir bem, isso vai te dar um ânimo. Pode ser a canção que irá te manter ativo durante o dia. 4. É o que é.Quando os desafios estão fora do seu controle de trabalho, não desanime. Aceite o que é. Ao aceitar as coisas que você não tem controle, você terá a energia para se concentrar nas coisas que você pode controlar. Você vai acabar mantendo a sua felicidade e talvez até mesmo sua sanidade.Quando você se encontra em uma situação onde há muito que você simplesmente não pode aceitar ou que não é saudável para aceitar, é hora de assumir a responsabilidade de fazer uma mudança. Em vez de ficar em uma situação que pode construir amargura e ressentimento, comece a olhar para algo novo, algo que pode contribuir mais positivamente para sua vida.No final, através da minha infelicidade, eu tinha de alguma forma sido encorajada, solidária e motivadora para os outros. Eu compartilhei o meu senso de humor e trouxe o humor nos outros. O que eu havia considerado um pesadelo de falha profissional, na verdade, sem saber, foi proveitoso, pois, levei energias positivas e um impulso para os outros.Tradução Livre. Postado em Tiny Buddha por Raphaela Browne.
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Consciência

Desperte: A consciência é a resposta!

Os aprendizados com minhas experiências de atendimento como coach, ensinara...

18/01/2019

Por: Tiny Buddha

Evolução

Diga não para os outros e sim para você!

“Quando você diz sim para os outros, certifique-se que você não está dizendo não a si mesmo....

31/10/2019

Por: Tiny Buddha

Amor

Entendimento é amor (e o mundo precisa de mais amor).

“O entendimento é outro nome do amor. Se você não entender, você não ...

11/10/2019

Por: Mathias Luz

Ética

Ética: consequência da Inteligência Emocional?

Conversar sobre ética pode ser algo bem complexo. Imagine, então, se a ass...

18/01/2019

Por: Patricia Marguê Cana Verde Silva

Autoconhecimento

Eu Uníssono

Uma identidade fragmentada em uma multidão de peque...

13/01/2019

Por: Emanuelly Spanhol

Inteligência Emocional

Inteligência Emocional: Entendendo Emoções

Todos sabemos que somos feitos de emoções e sentimentos, pois são eles qu...

28/08/2019

Por: Veet Pramad (Enrique Amorós Azpeitia)

Autocompaixão

Karma: o caminho da Evolução

O conceito de karma nasce em uma das sociedades mais rígidas e machistas do...

13/01/2019

Por: Vasco Oliveira

Respeito

Liberdade e respeito: deixando o outro ser ele mesmo!

“Querias ser livre. Para essa liberdade, só há um caminho: o desprezo da...

18/01/2019

Por: Maíra Antunes

Superação

Me curar de mim

Você já viu o TEDx “Por trás do palco” da artista Flaira Ferro? Clique aquí para assistir!&n...

22/01/2019

Por: Rodrigo Roncaglio

Autoconhecimento

Meditação - a conexão com o Eu interior

Falar de meditação é começar uma conversa de horas e horas…  talvez dias inteiros de conv...

13/01/2019

Por: Patricia Cana Verde

Amor

Núcleo do amor

Deformados pela construção superficial ditada por ...

18/01/2019

Por: Emanuelly Spanhol

Diálogo

O alívio de praticar o diálogo.

Passamos por muitas situações todos os dias, o que nos faz pensar e ter op...

05/04/2019

Por: Tiny Buddha

Amor

O amor pode curar tudo!

“O que acontece quando as pessoas abrem seus corações? Eles ficam melhores.” Haruki MurakamiO ...

30/10/2019

Por: Liana Chiaradia

Autoconhecimento

O caminho da autocura através das emoções

Como você passou os últimos meses da sua vida?Ocupado, trabalhando e sentindo o tempo passar cada ...

13/01/2019

Por: Veet Pramad (Enrique Amorós Azpeitia)

Autoconhecimento

O Destino é o retorno da inconsciência

Sempre escutamos que o destino está escrito como se fosse algo permanente, inamovível.Desde o dici...

13/01/2019

Por: Emanuelly Spanhol

Bem-estar

O equilíbrio entre o corpo, mente e espírito!

É importante que a mente, o...

29/08/2019

Por: Jay Reiss

Ajuda

O papel da ajuda

“Você é psiquiatra?”, me perguntou uma senhora ao telefone. “Não, e...

18/01/2019

Por: Emanuelly Spanhol

Positividade

O poder da lei da atração

As n...

07/12/2018

Por: Mathias Luiz

Evolução

O Poder do Agora

Eu decidi ler o livro “O poder do Agora” por recomendação da minha mãe. Estava enfrentando um...

13/01/2019

Por: Dayane Oliveira

Consciência

O que é o despertar da consciência?

Eu e você estamos aqui no planeta Terra, somos seres humanos, criaturas formadas de carbono e com i...

13/01/2019

Por: Tiny Buddha

Insuficiência

O que fazer quando o pensamento de insuficiência intimidar?

“Você é forte quando sabe seus pontos fracos. Vo...

23/10/2019

Por: Tiny Buddha

Estresse

O que fazer quando você está estressado no trabalho?

“A vida é 10% o que acontece com você e  90% como você reage a isso.” ~ Charles Swindoll...

01/11/2019

Por: Emanuelly Spanhol

Motivação

Onde encontrar motivação?

 Todos os dias pela man...

13/03/2019

Por: Tiny Buddha

Evolução

Pensamento Positivo: Como encontrar a paz?

“Olhares de amor e alegria ou breves momentos de paz profunda são possíveis! A lacuna ocorr...

25/10/2019

Por: Tiny Buddha

Autoconhecimento

Pessoas que nos ferem contribuem para o nosso crescimento. Leia como!

“Você só vê nos outros o que você tem em si mesmo.” ~ Annette Noonti...

21/10/2019

Por: Tiny Buddha

Positividade

Por que praticar a gratidão?

“Se você não tem nada para ser grato, verifique seu pulso.” Autor Desconhecido.Eu não consegu...

05/11/2019

Por: Guia da Alma

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Propósito de vida: o questionamento

O que move o indivíduo ao autoconhecimento? Neste artigo são abordados temas sobre o vazio, a busc...

08/10/2019

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Psicologia Positiva: Modelo Perma

A psicologia positiva traz a ideia da felicidade de ...

29/08/2019

Por: Tiny Buddha

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Qual o efeito de meditar dois minutos por dia?

“Sorria, respire e vá devagar.” ~ Thich Nhat Hanh9Eu estava sentindo tu...

22/10/2019

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Há uma interessante relação direta entre todas as...

18/01/2019

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Espiritualidade

Somos cria(dores) em expansão

Inconscientemente, a mente cria problemas dos mais v...

18/01/2019

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Somos Energia?

Muito mais do que termos energia, eu diria com toda certeza para você, que somos energia. Somos, as...

13/01/2019

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Um olhar para si mesmo

“Olhar para si” é a questão central do autoconhecimento.Desde a mais t...

13/01/2019

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Valorização da vida: Informação é a melhor prevenção!

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21/01/2019

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Autoconhecimento

Você pode mudar o mundo!

“Seja a mudança que você deseja ver no mundo.”...

07/11/2019

Por: Tiny Buddha

Evolução

Você tem o poder de escolher!

“Se somos pacíficos e estamos felizes, podemos sorrir e todos em nossa volta, irão beneficiar a ...

29/10/2019



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